Resenha Mindhunter, Editora Intrínseca

por há 3 semanas e 88 leituras

Sinopse: Em detalhes assustadores, Mindhunter mostra os bastidores de alguns dos casos mais terríveis, fascinantes e desafiadores do FBI. Durante as mais de duas décadas em que atuou no FBI, o agente especial John Douglas tornou-se uma figura lendária. Em uma época em que a expressão serial killer, assassino em série, nem existia, Douglas foi um oficial exemplar na aplicação da lei e na perseguição aos mais conhecidos e sádicos homicidas de nosso tempo. Como Jack Crawford em O Silêncio dos Inocentes, Douglas confrontou, entrevistou e estudou dezenas de serial killers e assassinos, incluindo Charles Manson, Ted Bundy e Ed Gein. Com uma habilidade fantástica de se colocar no lugar tanto da vítima quando no do criminoso, Douglas analisa cada cena de crime, revivendo as ações de um e de outro, definindo seus perfis, descrevendo seus hábitos e, sobretudo, prevendo seus próximos passos.

 

Hey pessoas! Já brincaram de Criminal Case? Aquele jogo do Facebook que enche seus amigos de notificações? Eu não, porque eu via Criminal Cases todos os dias no trabalho. Foi por lembrar-me muito do que eu via nos estágios durante a faculdade (delegacia, Ministério Público e Fórum) que eu apreciei tanto a leitura de Mindhunter, de John Douglas e Mark Olshaker, cortesia oferecida pela Editora Intrínseca ao Portal, livro que deu origem à série homônima que estreou esse mês na Netflix.

Como alguém se transforma em um assassino em série? Ele nasce assim ou é moldado pelo meio em que foi criado? São todos loucos? John Douglas dedicou sua carreira a investigar esses casos de assassinatos que ocorrem com várias vítimas, com o mesmo modus operandi (cometidos de maneira muito parecida) e pela mesma pessoa.

Mindhunter é um livro biográfico, onde o próprio investigador conta suas memórias, desde o início. Como ele foi parar no FBI, de onde veio seu interesse de estudar a mente humana e o estigma que isso tinha dentro do FBI. Hoje sabemos que no caso desse tipo de assassinos, conhecer sua mente é imprescindível, assim se pode antecipar seus passos; mas nos anos 70 isso não era bem visto.

Aos poucos ele foi tendo oportunidades de estudar mais sobre psicologia, mostrar que isso era útil e deu início ao uso do termo “serial killer”, assassino em série. Nessa biografia vamos conhecendo alguns dos casos mais tristes e brutais de assassinatos em série.

Com entrevistas, é possível ver um pouco dentro da cabeça de alguns assassinos, a loucura que para eles era justificada e um ponto muito interessante: a maior parte desses assassinos tem um QI altíssimo, que aliado com fatores ao longo da vida, os tornaram gênios para cometer crimes brutais e dificultar sua captura.

Quando nos atentamos ao fato, durante a leitura, de que se tratam de casos reais, que pessoas praticaram tudo aquilo e, principalmente, que inocentes morreram de forma brutal para alimentar a insanidade deles, deixa tudo mais forte.

Por melhor que estivesse sendo a leitura, eu sempre sentia a necessidade de parar um pouco e ler ou assistir alguma coisa leve, porque sim, coisas assim ainda acontecem hoje, e talvez por já conhecer tantos casos brutais de crimes, me deu uma sensação maior ainda de empatia por essas pessoas.

É uma leitura muito boa. É difícil por ser tão verdadeira, mas igualmente fascinante. Quem gosta desse tipo de entretenimento investigativo e quer ter um pouco da noção de como se dá uma investigação pode dar uma chance para Mindhunter que não vai se arrepender.

E se achar que as imagens mentais criadas na leitura são pouco, há a opção da série baseada no livro lançada pela Netflix.

Essa foi a MINHA opinião, conta a SUA pra mim? Curta, comente e compartilhe. Te vejo depois do próximo “fim”.

Minha nota para ele é de CINCO smileys!

 

Ficha Técnica:
Autor: John Douglas e Mark Olshaker
Editora: Intrínseca
Ano: 2017
Páginas: 384
Skoob: Mindhunter
Onde Comprar: SaraivaAmazon

Amanda

Hey pessoas! Sou Advogada, tenho 23 anos, Sul-mato-grossense, Nerd assumida, amante de livros, música clássica e rock; mais falante que o burrinho do Shrek e incapaz de deixar uma sala em silêncio por mais de 1 min – pelo menos dizem que sou engraçada, vai saber. Não sou hiperativa, mas tô quase lá! Ah e por fim, uma romântica incorrigível – não aceito final triste em livros, NEVER – #Feliz :D

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