Resenha de A Traidora do Trono, @editoraseguinte

por há 2 meses e 219 leituras

Amani Al’Hiza mal pôde acreditar quando finalmente conseguiu fugir de sua cidade natal, montada num cavalo mágico junto com Jin, um forasteiro misterioso. Depois de pouco tempo, porém, sua maior preocupação deixou de ser a própria liberdade – a garota descobriu ter muito mais poder do que imaginava e acabou se juntando à rebelião, que quer livrar o país inteiro do domínio do sultão. Em meio às perigosas batalhas ao lado dos rebeldes, Amani é traída quando menos espera e se vê prisioneira no palácio. Enquanto pensa em um jeito de escapar, ela começa a espionar o sultão. Mas quanto mais tempo passa ali, mais Amani questiona se o governante de fato é o vilão que todos acreditam.

Essa é a continuação de A Rebelde do Deserto. O primeiro livro é bom, com história envolvente, tendo como único ponto negativo muitos personagens (chega uma hora em que você não sabe mais quem é quem, eu pelo menos achei isso). E o único problema de A Traidora do Trono é justamente esse (risos).

Amani continua na rebelião, porém ela é presa. Ao usar seus poderes e conseguir sair da prisão, ela liberta e recruta outras prisioneiras, graças ao seu poder (ela não é uma mera garota comum).

– Quem sabe usar uma arma? – perguntei ao grupo de mulheres. Ninguém se mexeu. – Ah, parem com isso, não é tão difícil. Você aponta e atira. – Samira levantou a mão primeiro. Algumas outras a seguiram, nervosas.

Como você pôde perceber, Amani é uma líder nata, além de ser repleta de poderes obtidos pela areia do deserto. Porém, a turma dos rebeldes não está se dando muito bem, e há discussões até mesmo entre os mais fortes, ou seja, os irmãos Jin e Ahmed, líderes da rebelião. 

– Ótimo. Enquanto você toma a sua decisão, vou tomar conta da sua irmã, como aconteceu depois que minha mãe morreu. Mãe que inclusive salvou a sua vida, se você já se esqueceu. E que morreu enquanto você estava aqui bancando o salvador do país que a escravizou e que tentou matar sua irmã.

Mas se as coisas estão ruins, não se engane: elas podem e vão piorar. Ou seja, entre os rebeldes está alguém infiltrado, uma pessoa que será a traidora do trono. E nossa querida Bandida dos Olhos Azuis corre risco de vida até que esse espião seja descoberto.

Ela tinha preparado a refeição. Ela podia ter colocado qualquer coisa na comida para derrubar os rebeldes e fugir. Teria sido fácil para ela me pegar enquanto eu seguia irritada para a tenda de Jin, e me botar para dormir com alguma substância roubada do baú que deixei destrancado.

Desmaiada e repleta de dores, sem os seus poderes, Amani desperta no palácio do sultão, lugar aonde os rebeldes pretendiam chegar, mas de onde ela precisa arrumar um jeito de fugir. E pior: ao que tudo indica, ela foi traída por mais uma pessoa, alguém que ela menos esperava. Basta ler A Traidora do Trono para saber como tudo isso irá terminar.

Como eu informei no começo, os muitos nomes de pessoas acabaram confundindo a leitura. Por esse motivo, o livro merece 4 corações, ao invés de 5.

Ficha técnica:

Autor: Alwyn Hamilton

Editora: Seguinte, grupo Companhia das Letras

Ano: 2017

Páginas: 44o

Skoob: A Traidora do Trono

Onde comprar: site da editora

Beijinhos da Nanda!

Nanda

(até 2017) De manhã: funcionária pública (secretária escolar). De tarde: leitora beta, redatora, corretora e revisora de textos. Em tempo integral: sou casada, tenho um filhote muito fofo de Yorkshire chamado Paçoca, sou viciada em livros e apaixonada por séries de TV, especialmente de culinária, Friends e The Big Bang Theory. Iniciei no portal em junho de 2013, na área de filmes, e um ano depois comecei a resenhar livros.

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