Resenha de Deuses Renascidos, Editora Suma

por há 2 meses e 88 leituras

Sinopse: Ainda criança, Rose fez uma descoberta inacreditável: uma gigantesca mão de metal, escondida nas profundezas da Terra. Já adulta, ela dedicou sua brilhante carreira científica a resolver os mistérios que envolviam o artefato. Por que um robô gigante de origem desconhecida estava enterrado em pedaços ao redor do mundo?
Anos de investigação renderam respostas intrigantes e perguntas ainda mais complexas. Mas a verdade está mais perto do que nunca, agora que um segundo robô, mais titânico que o primeiro, se materializou na Terra. E, quando outras máquinas colossais pousam no planeta, a humanidade vive seu pior pesadelo.
Rose e seu time do Corpo de Defesa da Terra tentam impedir a invasão. É possível virar o jogo, se conseguirem desvendar os últimos segredos de uma avançada tecnologia alienígena. A arma mais poderosa da humanidade é seu conhecimento — e esta é uma batalha de vida ou morte pelo controle da Terra… e talvez até das estrelas.

 

 

Hey pessoas! Se lembram daquela treta mundial que falamos ano passado envolvendo o livro “Gigantes Adormecidos”, de Sylvain Neuvel? Aquele em que encontram partes de um robô gigante enterrado na terra, montam e todo mundo resolve brigar para quem fica com ele? Se não lembra, leia mais e relembre aqui.

Pois é, agora vamos falar de Deuses Renascidos, que provavelmente vai conter alguns spoilers do livro anterior (desculpe, impossível não ter). Essa é a cortesia da editora Suma aqui para o Portal e eu devorei num dia, porque gente, impossível parar.

A Dra. Rose Franklin está de volta, ela não sabe como ou por quê, também não tem nenhuma lembrança dos últimos quatro anos, o que inclui encontrar as peças de Têmis, montá-la e encontrar os pilotos, tudo foi  perdido de sua memória, mesmo assim ela continua  como chefe da divisão de ciências.

Anos se passaram e Têmis continua em turnê pelo mundo, sendo exibida em todos os países como sinal de força dos humanos para se defender de um possível ataque alienígena. Tudo continua na mesma até que um dia um novo robô aparece do nada o centro de Londres, e é aí que a discórdia começa!

Alguns países querem fingir que o bichão (robô) não está lá e torcer para que vá embora (Dra. Franklin inclusive) outros querem mandar Têmis para encarar ele e mostrar que a terra está preparada – o que me pareceu uma ideia bem idiota mesmo, principalmente porque os humanos nem sabem usar Têmis direito, que dirá caçar briga, enfim.

Mas o robô, que é maior que Têmis não foi enviado para bonito e dizima uma grande parte da cidade e do dia para a noite surgem muitos outros, colocando a população da terra em desespero pelo fim iminente que parece chegar cada dia mais perto.

Enquanto isso a Dra. Franklin tenta descobrir o que eles querem e o quê fazer para proteger a população mundial, mesmo que seja preciso procurar a ajuda da Dra. Papantoniou (é assim mesmo?) aquela doida que decidiu clonar os pilotos para garantir que a terra tivesse proteção mesmo que algo aconteça.

É uma história eletrizante, daquelas que você diz “só mais um capítulo” e quando ele termina você precisa do próximo e começa tudo de novo! Deuses Renascidos é viciante, emocionante e devastador, sem falar que a capa é LINDA. Impossível não se imaginar num cenário apocalíptico desse e pensar “eu seria mais uma vítima? Com certeza!”. Essa é minha forte indicação e se você não leu o primeiro, Gigantes Adormecidos, comece por ele, não vai se arrepender!

Essa foi a MINHA opinião, conta a SUA pra mim? Curta, comente e compartilhe. Te vejo depois do próximo “fim”.

Minha nota para ele não pode ser menos que CINCO smileys extraterrestres!

 

Ficha Técnica:
Autor: Sylvain Neuvel
Editora: Suma
Ano: 2017
Páginas: 392
Skoob: Deuses Renascidos
Onde Comprar: SaraivaAmazon

Amanda

Hey pessoas! Sou Advogada, tenho 23 anos, Sul-mato-grossense, Nerd assumida, amante de livros, música clássica e rock; mais falante que o burrinho do Shrek e incapaz de deixar uma sala em silêncio por mais de 1 min – pelo menos dizem que sou engraçada, vai saber. Não sou hiperativa, mas tô quase lá! Ah e por fim, uma romântica incorrigível – não aceito final triste em livros, NEVER – #Feliz :D

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