O Pequeno Príncipe, resenha II.

por há 5 anos e 1468 leituras

OPequenoPrincipeVeja capa, sinopse e minha resenha do livro O Pequeno Principe, escrito pelo francês Antoine de Saint-Exupéry e publicado pela Editora Agir.

Leiam também a resenha da Julund clicando AQUI.

Sinopse:

O Pequeno Príncipe é uma fábula. Ou se preferirmos, uma parábola. Não é um livro para crianças, porque traz justamente a mensagem da infância, a mensagem da criança. Essa criança que irromperá de repente no deserto do teu coração, a milhas e milhas de qualquer região habitada. A menos que não queira ver, a face do Pequeno Príncipe, a face de um outro, coroada com os espinhos da rosa….

Este livro é também um teste. Em narrativa poética, o autor vai elaborando sua visão de mundo e mergulha no próprio inconsciente, reencontrando a criança de cada um de nós. É o verdadeiro desenho número 1. Se não o quiseres compreender, se não te interessas pelo seu drama, fica aqui a sentença do Príncipe: Tu não és um homem de verdade. Tu não passas de um cogumelo……
O Pequeno Príncipe causa encanto a história do piloto cujo avião cai no deserto do Saara, onde ele encontra um príncipe, “um pedacinho de gente inteiramente extraordinário” que o leva a uma jornada filosófica e poética através de planetas que encerram a solidão humana em personagens como o vaidoso, capaz de ouvir apenas elogios; o acendedor de lampiões, fiel ao regulamento; o bêbado, que bebia por ter vergonha de beber; o homem de negócios que possuía as estrelas contando-as e contando-as em ambição inútil e desenfreada; a serpente enigmática; a flor a qual amava acima de todos os planetas.

Resenha:

Eu sinceramente acredito que O Pequeno Príncipe é uma história para adultos, em que o autor tenta guiar-nos e ensinar-nos magistralmente como você disse a raposa.

O planeta de O Pequeno Príncipe é uma alusão ao nosso própria vida, temos que ser cuidados e proteger nossa inocência, assim como a rosa é protegida por ele, os dois vulcões ativos representam coisas para fazer… as surpresas da vida seriam o vulcão inativo, e sem esquecer dos baobás que vivem nascendo, e o Principezinho arranca, são nossos problemas que vão aparecendo ao longo da vida temos que cortá-los e gerenciá-los antes que se tornem muito grande.

Eis o meu segredo. É muito simples:
-Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.

Ao deixar seu planeta, também deixa para trás a sua infância e se move através de vários planetas, aonde vai se deparar com o desejo do Poder, como os vícios, as vaidades, o trabalho, ganancia, monotonia e o conhecimento.

Até que chega a Terra onde encontra uma cobra, uma raposa e o aviador, que é nosso narrador. E é assim ao longo da leitura de Antoine de Saint-Exupéry, as coisas sempre tem duplo, triplo ou quinto sentido, cada nova releitura terá mais detalhes a reparar e aprender.

A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa.

– Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma.
Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos,
os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!

Torna-se um daqueles livros que você pode ler, reler e ler de novo, que sempre terá algo novo para aprender.

Boa leitura…

[Todo mundo sabe que Literatura Nacional não é bem vista, então eu peço a ajuda de você para divulgar, e que não queiram me matar por vez ou outra trazer um Clássico… Curtir, twittar, clicar em +1, compartilhar e deixar um comentário não tira pedaço né.! Bjks e até a próxima]

 

JuTorres

Estudante de Psicologia, paulista. Fascinada por série, filmes, livros e um bom rock...Colaboradora Oficial desde setembro/ 12. No Twitter pessoal @jupsique

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3 comentários para “O Pequeno Príncipe, resenha II.”

JuLund

Leia, caso ache, o Amor do Pequeno Príncipe. São cartas, é muito complementar! :D (Tem aqui no Site)

Nilton Matias Pimenta

Sou fã de boa leitura e também apaixonado por comentários inteligentes, abraços à todos os amantes da boa leitura… até….

Julie Pitangui

Sua resenha é perfeita
Muito bem elaborada
Me ajudou muito
Um abração

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