Le Chevalier e a Exposição Universal, Resenha, @AVEC_EDITORA

por há 3 anos e 232 leituras

Confira capa, sinopse e resenha do livro Le Chevalier e a exposição universal, do autor A.Z. Cordenonsi publicado pela Editora Avec.capa_press_release

Sinopse:

“O ano é o de 1867 e Paris prepara-se para celebrar a Exposição Universal, consolidando-se como a capital do mundo moderno!
Impulsionada pela tecnologia a vapor do professeur Verne, Paris se tornou o epicentro de uma renovada Europa. Ferro, fumaça e óleo lubrificam o caminho do Império Francês enquanto drozdes mecânicos saltitam entre a multidão.
Mas uma ameaça paira sobre a cabeça de Napoleão! Em uma guerra de apenas sete semanas, a Prússia derrota a Áustria e lança seus olhos cobiçosos sobre a rica e aristocrática França. Dos campos de batalha para os becos sujos da capital, dos jantares nababescos a catacumbas infestadas de ratos, assassinos e chantagistas se espalham no submundo da espionagem internacional.
Mergulhado nas trevas, o Bureau convoca o seu melhor homem: Um espião sem passado. Sem nome. A serviço da sua Majestade, ele é conhecido apenas como: Le Chevalier!”

Resenha de Le Chevalier e a Exposição Universal:

Le Chevalier e a Exposição Universal foi uma grata surpresa para mim, recebi ele como cortesia da editora e logo comecei a ler. Vou dizer que nunca tive muito contato com o mundo steampunk, já li uma versão dos contos de Edgar Allan Poe no estilo mas nunca li uma obra inteira, posso dizer agora que me arrependo de não ter começado antes.

Le Chevalier é um cavalheiro muito inteligente, um agente secreto, ao inicio do livro temos a sua convocação, e de seu fiel companheiro Persa, para uma missão, eles vão retomar a missão de um colega espião que foi assassinado. Apesar de ser um grande espião, podemos notar um certo “receio” do bureau ao convoca-lo.

“- Eu quero Le Chevalier no caso – interrompeu Valois.

Simonet piscou os olhos, confuso. Por um momento, ele pensou em limpar os ouvidos – Teria ouvido mal? – até que a sua mente processou o que o Major dissera.

– Senhor! O agente Le Chevalier foi afastado por…

– Eu sei porque o agente foi afastado, Comissário – disse Valois com frieza. – Fui eu quem assinou a ordem.”

Uma coisa impressionante neste mundo novo do steampunk, para mim, principalmente neste livro, são os drozders, eles são animais mecânicos, ligados aos seus donos, de uma forma impressionante, Le Chevalier possui um drozde de corvo e seu amigo Persa um drozde que é um mico.

A exposição Universal reuniria os maiores lideres do mundo e mostraria a força da França, e tudo deveria ser feito para evitar um atentado. E é neste ritmo que Le Chevalier e Persa se desenvolvem durante toda a trama, eles são atacados e várias tentativas de desmoralização acontecem, mas eles não desistem. Durante a investigação eles  conhecem Juliette, uma menina que vive nas ruas, mas é muito inteligente e que pode vir a ajudar muito Le Chevalier, mesmo contra a sua vontade.

“Le Chevalier se virou como uma cobra, o florete em punho. A lâmpada focou a porta, onde a pequena Juliette se protegia do facho com a mão espalmada.

– Tire isso da minha cara! – berrou, zangada.

– Mademoiselle Juliette?! – exclamou Le Chevalier, mal acreditando nas suas próprias palavras. – O que você está fazendo aqui?

A garota o ignorou como se ele fosse parte da mobília.”

 

Outra coisa que adorei, foram algumas referencias do livro, você que é fã de Edgar Allan Poe vai notar rapidamente elas e vai amar este livro ainda mais por isso.

Devo dizer que Le Chevalier para mim é facilmente comparável a Mr. Poirot e Sherlock Holmes, uma trama intrincada até o ultimo minuto, realmente uma pena ver o livro chegar ao fim, espero logo rever Le Chevalier, Persa e é claro que não vejo a hora de ver Juliette com suas habilidades um pouco mais desenvolvidas. Espero que logo tenhamos uma continuação, ou uma nova aventura com Le Chevalier e seus companheiros.

E você vai ler esse tesouro da literatura nacional? Eu recomendo e você pode saber um pouquinho mais de onde comprar – lo no site da editora AQUI. Espero que tenham gostado da minha resenha!

Beijinhos da Paty ;)

Paty

Pode me chamar de Paty, sou uma libriana sentimental e cabeça dura que gosta de escrever, Gosto de vampiros e anjos e tudo aquilo que me tira da realidade, livreira por vocação. Insegura e corajosa, nervosa e determinada, são as contradições que fazem de mim quem eu sou.

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