Cidades de Papel, resenha

por há 4 anos e 389 leituras

Confiram capa, sinopse e resenha de Cidades de Papel, do aclamado John Green. O livro foi cortesia de nossa parceira, Editora Intrínseca, que o lançou em agosto.

Cidades de papel

Sinopse:

Leia AQUI.

Resenha de Cidades de Papel:

Este é primeiro livro que leio do John Green e posso dizer que não me decepcionei com a escrita do autor, que é leve, divertida e bem realista.

Quentin Jacobson, também conhecido por Q, tinha 9 anos quando ele e sua melhor amiga Margo Roth Spiegelman descobriram um cadáver na praça do bairro onde moravam. E deste essa descoberta sua amizade com Margo nunca mais foi a mesma. Nove anos depois, eles ainda estudam na mesma escola, onde estão prestem a concluir o ensino médio, mas hoje eles são apenas conhecidos.

Até que a poucas semanas da formatura, Margo aparece na janela de Q no meio da noite e o chama para ser seu ajudante em uma missão. Ela não explica nada, só diz que precisa do carro de Q e ele precisa ir com ela. E como Q sempre foi apaixonando por Margo Roth Spiegelman, ele vai. Morrendo de medo, mas vai. E essa se torna uma das noites mais divertidas da vida de Q.

“- Meu coração está acelerado.
– É assim que agente sabe que está se divertindo.”

Depois de sua aventura noturna, Q imagina que irá retomar a amizade que tinha com Margo quando eram crianças, que eles irão andar juntos na escola, que essa era a chance de ele se reaproximar dela e quem sabe ele teria alguma chance com ela. Mas, no dia seguinte, Margo não aparece na escola. Nem no dia seguinte, nem no seguinte e Quentin começa a se preocupar. O problema é que essa não é a primeira vez que Margo desaparece e todos acham que ela estará de volta, contando sobre mais uma de suas aventuras, inclusive os próprios pais de Margo acham isso. Mas Quentin descobre pistas sobre o paradeiro de Margo e acredita que ela as deixou para que ele a encontrasse e a partir daí nada irá tirar da cabeça e do coração, de Q que ele precisa achar Margo rapidamente, antes que faça uma bobagem.

Talvez Margo precisasse testar minha convicção. Talvez dessa vez ela quisesse ser encontrada, e por mim. Talvez, da mesma forma como me escolhera na noite mais longa, tivesse me escolhido de novo. E talvez riquezas incontáveis estivessem à espera de quem a encontrasse.”

Em sua busca por Margo, Q começa uma corrida contra o tempo e as probabilidades e leva junto com ele seus melhores amigos, Radar e Ben. E no final de sua jornada, Q irá descobrir que as pessoas nem sempre são aquilo que se mostram.

O livro é divido em três partes: na primeira, o foco é a aventura vivida por Q e Margo, essa parte é leve e divertida. Na segunda parte, há muitas reflexões, Quentin vai descobrindo que as pessoas podem agir de várias formas e que nem por isso deixamos de amá-las. E na terceira parte, quando Q parte em busca de Margo em uma corrida contra o tempo, o livro volta a ser divertido, com ótimas passagens de Q e seus amigos, que são maravilhosos!

“Conversar com uma pessoa bêbada era como falar com uma pessoa extremamente feliz, com o cérebro seriamente danificado de uma criança de três anos de idade.”

Super bem escrito, com pegadas que vão da comédia ao drama, voltando à comédia novamente, personagens apaixonantes que mostram acima de tudo o valor da amizade, o livro é uma oportunidade para refletirmos sobre nossas atitudes e como eles refletem nas outras pessoas. Ei, você já chegou até aqui, não vai sair sem dar um oi, né? Comente; vou adorar sabe o que você achou! Gostou? Clique em +1, twitte, curta e compartilhe!!! Xero!

“Basta lembrar que, às vezes, a forma como você pensa sobre uma pessoa não é a maneira como eles realmente são.”

CrisGomes

Casada; paraibana; viciada em doces; tímida; louca por livros.
Já vivi mil vidas através dos livros… ;)

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6 comentários para “Cidades de Papel, resenha”

FranFlores

Ai que fofo! Só li um livro do John Green até agora, A culpa é das estrelas, mas foi o suficiente para curtir a escrita do autor, agora que li sua resenha de Cidades de Papel fiquei bastante curiosa por este livro também.
Adorei.
Beijos.

    CrisGomes

    Obrigada!

    O livro é fofo, Fran, e leve e divertido. Uma leitura muito agradável.

    Não li A Culpa é das Estrelas, confesso que tenho medo de ler o livro e desidratar ao longo da leitura… rs

    Tendo a oportunidade, embarque na aventura de Q em busca de Margo Roth Spiegelman. Acho que você vai gostar. :)

    Xero!

      FranFlores

      É possível que você derrame algumas lágrimas, mas desidratar acho difícil, o livro também é narrado de forma leve e divertida.
      Beijos.

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