Lançamentos de abril, Grupo Companhia das Letras

por há 5 meses e 103 leituras

Oi, galerinha! Abril já está quase acabando, mas ainda dá tempo de conferir os lançamentos dos selos do grupo Companhia das Letras. Vem comigo ver quanta coisa boa foi lançada esse mês!

 

 

 

Mais Que Amigos

Sinopse: “Aos vinte e dois anos, a jovem Parker Blanton leva a vida que sempre sonhou. Tem um namorado inteligente e responsável, um emprego promissor e a companhia de seu melhor amigo, Ben Olsen, com quem divide um lindo apartamento.
Parker e Ben são tão grudados que muita gente duvida que eles morem sob o mesmo teto sem nunca ter vivido um caso, mas eles não se importam com o que as pessoas pensam. Sabem que não foram feitos um para o outro — pelo menos não para se envolver.
Por isso, quando um acontecimento inesperado faz com que Parker se veja sem namorado e com o coração partido, ela sabe que pode contar com Ben para ajudá-la a sacudir a poeira e partir para outra. Afinal, ninguém seria mais ideal do que seu melhor amigo para lhe mostrar os prazeres da vida de solteiro… certo?
Mais que amigos é uma comédia romântica irresistível!”

O Demônio e a Senhorita Prym

Sinopse: “O demônio e a srta. Prym é o último livro da trilogia que Paulo Coelho chamou de “E no sétimo dia…” — antes dele vieram Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei e Veronika decide morrer. Essas três histórias acompanham uma semana na vida de pessoas comuns que de repente se veem diante de um enorme desafio.
É justamente isso que os habitantes do pequeno vilarejo de Viscos vão enfrentar. Certo dia, um estrangeiro chega à cidade em busca de uma resposta que já o atormentava fazia um tempo: os seres humanos são, na essência, bons ou ruins? Para solucionar a questão, o homem desconhecido oferece onze barras de ouro e, utilizando a jovem Chantal Prym como mensageira, desafia o povo da cidade a se tornar cúmplice da trama.
Nesta história envolvente, Paulo Coelho mais uma vez traz à tona a parábola do Bem contra o Mal, despertando sentimentos como cobiça, covardia, medo e frustação, que nos fazem refletir sobre questões fundamentais de nossa própria vida.”

Irresistível

Sinopse: “Somos obcecados com nossos e-mails e redes sociais, e passamos horas usando nossos smartphones. Neste livro revolucionário, o professor de psicologia e marketing Adam Alter analisa o crescimento do vício comportamental, e explica por que a maioria dos produtos de hoje é irresistível. Apesar de essas tecnologias milagrosas encurtarem as distâncias que nos separam, seu magnetismo extraordinário – e às vezes prejudicial – não é mero acaso. As empresas que criam tais produtos se esforçam para torná-los quase impossíveis de serem deixados de lado.
Em Irresistível, por meio de histórias e exemplos com os quais os leitores facilmente se identificarão, Alter analisa o mecanismo dos vícios comportamentais para explicar como fazer bom uso das tecnologias — para melhorar a maneira como nos comunicamos uns com os outros, gastamos e economizamos dinheiro ou definimos os limites entre trabalho e lazer — e como mitigar seus efeitos mais nocivos em termos de bem-estar, saúde e felicidade.”

Bíblia – Apóstolos, Epistolas, Apocalipse

Sinopse: “Com apresentação, tradução e notas de Frederico Lourenço, tradutor premiado que já verteu para o português obras clássicas como Ilíada e Odisseia, esta edição, que será composta por seis volumes, toma por base o texto original do Novo Testamento, com seus 27 livros, e a versão grega do Antigo Testamento, também conhecida como “Bíblia dos Setenta”, composta por 53 livros originalmente escritos em hebraico e traduzidos para o grego no século III a.C. Trata-se, portanto, da versão mais completa que há da Bíblia, na qual figuram inclusive partes que viriam a ser excluídas do cânone definitivo. Além disso, a versão grega traz sutis diferenças em relação à hebraica, de modo que ler o livro de Gênesis ou o Cântico dos Cânticos numa tradução que toma como base a variante grega é ler um novo texto.
Marco fundamental da história do judaísmo, uma vez que simboliza o momento em que a cultura judaica se internacionaliza ao ser vertida para a língua franca de então, a Bíblia dos Setenta é também de inestimável importância para o estudo da história do cristianismo, uma vez que era a Bíblia das primitivas comunidades cristãs. É a partir dessa versão do Antigo Testamento que Jesus Cristo, pela mão dos evangelistas, cita a Escritura. Por meio de uma atitude ponderada e desprovida de preconceitos face aos problemas linguísticos suscitados, Lourenço oferece notas que esclarecem e contextualizam, respeitando com isso a sensibilidade dos leitores religiosos que desejam aprofundar seu conhecimento das Escrituras sem deixar de cumprir as expectativas daqueles interessados num olhar mais objetivo.
Neste segundo volume, o leitor encontrará os Atos dos Apóstolos, as Epístolas e o Apocalipse, textos que concluem a publicação do Novo Testamento. A tradução rigorosa, marcada pela busca do sentido mais profundo das palavras originais, ressalta a dimensão literária deste que é o maior livro de todos os tempos.”

Nós Dois Na Madrugada

Sinopse: “Louise vive em Aalborg, Dinamarca. Ela tem dezessete anos e está no ensino médio, não tem problemas na escola nem com os pais. Mas uma noite ela conhece Liam, um garoto mais velho, e os dois se apaixonam. Para poder se encontrar, eles arrumam um pequeno apartamento nos arredores da cidade, e lá, entre sexo e drogas, testam os próprios limites.
Liam é muito ambicioso, mas não sabe como conquistar o que deseja. Resolve, então, começar a trabalhar para Johannes, um traficante local. No começo, tudo vai bem, mas a situação toma um rumo inesperado e arrasta para baixo todos aqueles próximos de Liam.
Por que Louise não se afastou enquanto pôde? Por que ficou com ele até o fim? Intercalando passado e presente, o livro, narrado pela própria Louise, é um retrato do amor levado às últimas consequências e do luto daqueles que ficam para trás.”

A Casa dos Mortos

Sinopse: “Em A casa dos mortos, o historiador Daniel Beer demonstra como o exílio siberiano havia sido pensado não só como repositório de criminosos comuns e dissidentes políticos, mas também como um projeto de colonização de vastos territórios. Na prática, foi enviado ao interior da região um exército de miseráveis e vagabundos irrecuperáveis, que sobreviviam mendigando e roubando dos verdadeiros colonizadores, os camponeses siberianos.
Entre os degredados havia também gerações de revolucionários de grandes e pequenas cidades da Rússia europeia e da Polônia. A Sibéria se tornou um gigantesco laboratório da revolução, e o exílio, um rito de passagem para homens e mulheres que um dia governariam a Rússia.
As biografias e os escritos de uns poucos luminares dominam a memória histórica do exílio siberiano antes da Revolução Russa. Alguns deles, como Fiódor Dostoiévski e Vladímir Lênin, passaram pelo desterro; outros, como Anton Tchékhov e Liev Tolstói, produziram retratos expressivos da vida dos condenados na Sibéria em reportagens e textos ficcionais.
Para cada radical banido, milhares de criminosos comuns e suas famílias foram expulsos para o esquecimento na Sibéria. Sua sorte só sobrevive em relatórios policiais, petições, atas de julgamentos e correspondência oficial que foram compilados e retidos pelo Estado policial cada vez mais desenvolvido e sofisticado. Por meio desses documentos, Daniel Beer resgata as experiências de revolucionários e criminosos comuns na Sibéria, desde a coroação de Alexandre I, em 1801, à abdicação de Nicolau II, em 1917.”

O Romance Luminoso

Sinopse: “No ano 2000, Mario Levrero recebeu uma bolsa da Fundação Guggenheim para terminar de escrever O romance luminoso. O livro tinha sido iniciado em 1984, na mesma época em que o autor, endividado, se mudou de Montevidéu para Buenos Aires à procura de trabalho. Com a bolsa, em vez de se dedicar ao romance, no entanto, Levrero se lançou à escrita febril de um diário da escrita do romance, diário este que se tornaria, ele mesmo, o seu magistral O romance luminoso. O livro narra em detalhes as confusões cotidianas de um homem de sessenta anos. Estão aqui todos os tiques de um narrador obsessivo tomado por fobias e superstições. Para o autor uruguaio, a possível transcendência só poderia surgir da repetição de manias que atribui à vida real sua condição de permanente adiamento. Assim, a procrastinação e a busca deste livro “luminoso” são a própria matéria de que são feitas as horas, e a aventura literária se insinua através de idas e vindas da espera simbolizada pelos relatórios irônicos do andamento do projeto ao “Sr. Guggenheim”, por visitas amorosas, madrugadas insones em frente ao computador, a busca pelo significado dos sonhos, passeios pelas ruas de Montevidéu e advertências, prefácios, prólogos e epílogos.”

Contos de Areia e Mar – E-book

Sinopse: “Em “O carregamento roubado”, acompanhe uma aventura de Jin e Ahmed em alto-mar, antes de voltarem ao país e darem início à rebelião. Em “A garota do mar”, veja como duas mulheres se conheceram no harém do sultão e fizeram de tudo para escapar da opressão que sofriam. Em “A lenda do herói Attallah e da princesa Hawa”, conheça em detalhes a história mítica desse casal unido na vida e na morte. Por fim, em “O djinni e a fugitiva”, saiba como Zahia, mãe de Amani, se apaixonou pelo verdadeiro pai da garota.”

Helena

Sinopse: “Publicado em 1876, Helena pertence à primeira fase da obra de Machado de Assis. No romance, a protagonista de origens humildes é reconhecida em testamento como filha e herdeira do conselheiro Vale, um homem importante da elite carioca do Segundo Império.
Após o espólio do pai vir à tona, Helena passa a viver na mansão da família do Vale com uma tia e Estácio, filho legítimo do conselheiro. Estácio não apenas aceita a meia-irmã como lhe devota um profundo e crescente carinho, por ela correspondido.
Ao drama de incesto abordado por Machado no romance, soma-se ainda o tema das conflituosas relações de classe no Brasil do século XIX, coroados por um final surpreendente.”

Memórias Inventadas

Sinopse: “Memórias inventadas reúne três livros de Manoel de Barros de poesia em prosa. A ideia inicial proposta a Manoel era a de escrever as várias fases de sua vida, cada uma em um volume. Em 2003, ele publicou Memórias inventadas: a infância. Depois do primeiro livro da série projetada, o poeta percebeu, contudo, que a escrita da memória, a memória do poeta, teria que ser sempre a escrita de uma infância — imaginária, sim, porém enraizada na experiência vivida. As três idades do homem seriam três infâncias. A infância é seu manancial permanente de inspiração e trabalho.
Em 2006, saía Memórias inventadas: a segunda infância e, em 2008, Memórias inventadas: a terceira infância. A Alfaguara publica agora o conjunto, que possui notável unidade temática e formal. Na obra de Manoel de Barros, a dificuldade/ originalidade de elaboração da linguagem é, paradoxalmente, revestida de extrema simplicidade. Esse é o segredo de seu sucesso popular e do apreço que os especialistas têm por sua poesia.”

O Elefante Desaparece

Sinopse: “Com a mesma genialidade com que escreveu seus romances mais famosos, 1Q84 ou Crônica do Pássaro de Corda, por exemplo, Haruki Murakami usa esta coletânea de contos para tomar o senso de normalidade de assalto. Um homem vê seu elefante favorito desaparecer, dois recém-casados sofrem de uma fome avassaladora que os faz roubar uma lanchonete no meio da noite, e uma jovem mulher descobre que a forma de se livrar de um pequeno monstrinho verde pode estar ligada a seus próprios pensamentos: esses são apenas alguns dos contos que integram essa seleção de dezessete histórias. Por vezes assustador, por vezes hilário, O elefante desaparece é mais uma prova da habilidade que Murakami tem de ultrapassar as fronteiras da realidade — e de voltar carregando um tesouro.”

A Assombração da Casa da Colina

Sinopse: “Vista por mestres como Stephen King e Neil Gaiman como a rainha do terror, Shirley Jackson entrega um livro perturbador sobre a relação entre a loucura e o sobrenatural.
Sozinha no mundo, Eleanor fica encantada ao receber uma carta do dr. Montague convidando-a para passar um tempo na Casa da Colina, um local conhecido por suas manifestações fantasmagóricas. O mesmo convite é feito a Theodora, uma alma artística e “sensitiva”, e a Luke, o herdeiro da mansão. Mas o que começa como uma exploração bem-humorada de um mito inocente se transforma em uma viagem para os piores pesadelos de seus moradores. Com o tempo, fica cada vez mais claro que a vida, e a sanidade, de todos está em risco.”

A Parte Que Falta Encontra o Grande O

Sinopse: “A parte que falta está em busca de alguém para completar. Após ser abandonada pelo ser circular, ela aguarda um par perfeito em que possa se encaixar. Ela quer conhecer o mundo, e precisa de alguém que a faça rolar. Mas muitos seres não sabem nada sobre encaixe, outros já têm partes demais e alguns não sabem nada de nada. A parte que falta até encontra um encaixe perfeito, mas sua jornada juntos dura muito pouco. Até que ela se depara com o Grande O, um ser completo, que rola sozinho, e que pode dar a ela um ensinamento que mudará seu modo de enxergar a vida.
Nesta história, leitores de todas as idades vão refletir junto com a parte que falta sobre como podemos nos transformar e descobrir como evoluir nosso amor-próprio. Afinal, será que não podemos todos rolar por nós mesmos em nossas jornadas?”

Carta a D.

Sinopse: ““Você está para fazer 82 anos. Encolheu seis centímetros, não pesa mais do que 45 quilos e continua bela, graciosa e desejável. Já faz 58 anos que vivemos juntos, e eu amo você mais do que nunca.” Assim André Gorz inicia sua carta de amor a Dorine, mulher ao lado de quem ele passou a vida e que há alguns anos sofria de uma doença degenerativa incurável.
Como um dos principais filósofos do pós-guerra francês, Gorz escreveu inúmeros livros influentes, mas nenhuma de suas obras será tão amplamente lida e lembrada quanto esta carta simples e bela, em que ele rememora tanto a história de companheirismo, amor e militância do casal como a trajetória intelectual que percorreram juntos.
Um ano após a publicação de Carta a D., um bilhete encontrado na casa onde moravam fez as vezes de pós-escrito à narrativa: André e Dorine tiraram a própria vida juntos, numa renúncia comovente a viver sozinhos.”

E aí, o que vocês acharam? Contem pra gente. ;)

Xero grande e até a próxima!
CrisGomes

CrisGomes

Casada; paraibana; viciada em doces; tímida; louca por livros. Já vivi mil vidas através dos livros... ;)

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