#CabineDeImprensaRJ e Premiere: #AMúmia na sala 4DX UCI

por há 4 meses e 181 leituras

Cabine de Imprensa & Premiere do filme ‘A Múmia’ com cobertura de Anny Lucard

Essa crítica de ‘A Múmia’ é para falar em especial da experiência de ver o 1° filme do Dark Universe da Universal, na fantástica lançada sala 4DX do UCI New York City Center no Barra Shopping, localizada no Rio de Janeiro, RJ.

Lançada oficialmente no dia 8 de junho, contou com uma festa de lançamento na noite de quarta-feira (7), com coquetel, apresentação da sala para imprensa presente e exibição exclusiva de ‘A Múmia’, para a crítica e convidados.

Já avisando que essa crítica contará com alguns SPOILERS, por conta da discrição de algumas cenas com efeito especial da sala.

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‘A Múmia’ (The Mummy, 2017) da Universal Pictures veio ressuscitar um universo inteiro de monstros, o Dark Universe, mais conhecido pelos filmes clássicos das décadas de 1930/40/50 como ‘Drácula’, ‘A Múmia, ‘Frankenstein’, ‘O Homem Invisível’, ‘O Lobisomen’, ‘O Monstro da Lagoa Negra’, entre outros.

Nesse 1° filme do Dark Universe, o público é apresentado ao ladrão de relíquias, Nick Morton (Tom Cruise) e seu amigo e parceiro no crime Chris Vail (Jake Johnson). Nick é um ladrão sem escrúpulos que na busca por artefatos raros, para negociar no mercado negro, se depara com a arqueóloga Jenny Halsey (Annabelle Wallis), da qual rouba informações que o levará a um grande achado arqueológico que ele só vê como um tesouro perdido com o qual pode faturar uma boa grana.

A trama que mescla ação e aventura com alguns momentos de terror, têm as sensações na sala 4DX intensificadas, dado aos efeitos físicos da novidade do UCI. Seja ao entrar na tumba da múmia e se deparar com seus mistérios ou fugindo desesperadamente dela e dos monstros despertados com a amaldiçoada princesa egípcia Ahmanet (Sofia Boutella); toda a ação é transportada da tela para movimentos nas poltronas dos espectadores e efeitos físicos para lá de especiais dentro da sala de projeção.

O público sentirá o que os personagens sentem quase na íntegra. Da sensação de fugir em meio ao fogo cruzado até deslizando por uma superfície molhada e sentir resquícios da água em seu rosto. De se sentir lutando (ou apanhando) ao lado do larápio e cínico personagem interpretado por Tom Cruise, até sofrer um acidente junto dele… Ou mais de um. Destaque para o acidente de avião que é uma experiência única e memorável durante a exibição na sala 4DX. Além do surpreendente efeitos na poltrona que dá a sensação de ter aranhas e ratos subindo nela.

A direção de Alex Kurtzman trabalhou as cenas de forma a funcionarem bem tanto para o 2D como para o 3D, além dos momentos inesquecíveis quando vividos dentro da sala 4DX.

O som também é uma atração na sala, já que alguns efeitos são diretamente ligados a trilha sonora e torna tudo ainda mais tenso. Especialmente quando o som está associado a cenas envolvendo os poderes da múmia de usar o vento para causar o caos.

Mesmo que o roteiro escrito por David Koepp, Christopher McQuarrie e Dylan Kussman, com história do diretor junto com Jon Spaihts e Jenny Lumet, tenha certas questões a trabalhar, as quais se espera resolver nos próximos filmes, a história consegue entregar um bom entretenimento, especialmente aos fãs das velhas histórias do Dark Universe da Universal. Que além de conhecerem o ladrão Nick, que é um dos poucos personagens de Tom Cruise a fugir do estereótipo do bom moço e entra para a restrita lista do ator de vilões/antiheróis onde temos seu inesquecível vampiro Lestat de ‘Entrevista com o Vampiro’; também são apresentados ao misterioso Dr. Henry Jekyll, interpretado por Russel Crowe, que está muito bem no papel. Ele consegue dar um bom sacode em Nick, e no público por tabela, quando revela seu outro lado.

Uma coisa importante sobre a nova sala do UCI NYCC é que se vai assistir ‘A Múmia’ na sala 4DX e ainda não viu o filme, caso não seja fluente em inglês e/ou não consiga ler as legendas com rapidez, a melhor opção é ver o filme dublado. Assim não perde nada importante por causa de legenda. Especialmente porque há easter eggs bem legais, além de um objeto pertente a produção estrelada por Brendan Fraser, que deixa bem claro que o filme é uma continuação. Não sendo um reboot, tão pouco um remake. Isso porque a organização do personagem de Russel Crowe, a Prodigium, está com nada mais, nada mesmo, que o Livro dos Mortos apresentado no primeiro filme trilogia estrelada pelo ator Brendan Fraser que inicia com ‘A Múmia’ de 1999, que é o remake oficial de ‘A Múmia’ de 1932.

A primeira sala 4DX da rede UCI no Brasil tem a proposta interessante de entregar a cada filme uma experiência a parte, já que os efeitos são de acordo com o roteiro do longa-metragem exibido; ou seja, cada filme terá um tipo de efeito que pode ir de vibrações variadas nas cadeiras até ventania. Contando em alguns casos com neblina, bolhas de sabão, efeitos luminosos, aromas específicos (como cheiro de pólvora, café, flores, etc) e até chuva. Sendo que os efeitos com água podem ser desligados na própria cadeira, caso o espectador não queira se molhar.

‘A Múmia’, em cartaz no Brasil desde o dia 8 de junho, é um filme recomendado não só para quem for curti uma sala 4DX, mas para os fãs do Dark Universe e dos atores Tom Cruise e Russel Crowe, além dos apreciadores de filmes que mesclada ação a outros gêneros, com o objetivo de puro entretenimento. Com distribuição da Universal Pictures o filme chega aos cinemas brasileiros em cópias legendadas e dubladas em português, na versão 2D e 3D.

Agora é ficar de olho nos próximos lançamentos para novas experiências inesquecíveis na sala 4DX… Não sei você, mas já estou procurando pelo próximo lançamento de filme catástrofe, tipo com foco em terremoto ou tornados, pois creio que vai ser muito legal ver nessa sala.

NOTA: A primeira sala 4DX do Brasil, vale ressaltar, foi inaugurada pela rede Cinépolis, em São Paulo, no Shoppping JK Iguatemi, a qual também foi a primeira do tipo da América do Sul. No entanto, a sala de cinema 4DX inaugurada pela rede UCI, possui umas peculiaridades que a difere da sala da concorrente, além de ser a primeira do tipo no Rio de Janeiro.

Anny Lucard

Tecnógola em cinema e produtora de rádio. Especializada em edição de som e imagem. Mente por trás da criação do Projeto Literatura Nas Ondas Do Rádio, de incentivo à leitura e de apoio a literatura em língua portuguesa. Escreve sobre cinema e literatura, tanto para a internet como para programas de rádios. Elabora roteiros nas horas vagas, Colunista Convidada desde agosto/ 12. No twitter pessoal @annylucard

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